Saltar para o conteúdo

Música

A rumba mantém Kinshasa ligada à música, à dança e à memória

Jovens a dançar rumba congolesa
Foto: Lemvo Jean Abou Bakar Depara / Wikimedia Commons, CC BY-SA 4.0.
Em Kinshasa, a rumba é mais do que um género musical: é uma forma de estar, dançar, celebrar e guardar memória. A UNESCO reconheceu a rumba congolesa como património cultural imaterial em 2021, lembrando que a sua força atravessa bairros, clubes, orquestras, famílias e comunidades da diáspora. Com raízes no nkumba, dança antiga cujo nome remete para a cintura, a rumba foi transformando sons e gestos ao longo das décadas, sem perder a ligação às histórias urbanas do Congo. Mulheres, instrumentistas, vozes de coro e jovens aprendizes tiveram todos um papel no seu desenvolvimento. Hoje, a música continua a circular entre palcos, estúdios e encontros informais, mantendo viva uma tradição que é também uma das marcas culturais mais reconhecidas da República Democrática do Congo.
Mensagem privada Quer falar com a nossa equipa?

Envie uma sugestão, uma correção ou informação relacionada com esta notícia. A sua mensagem não será publicada.

O formulário já está preparado visualmente. Nenhum dado é enviado enquanto o site estiver apenas no computador.